Sobre

É raro se encontrar entre os fabricantes artesanais de instrumentos de percussão, alguém como Toshiro, que é descendente direto de Japoneses que para o Brasil vieram.
 

Quem é o Luthier conhecido como Toshiro

Toshiro começou a construir essa arte depois de frequentar festas de São Paulo e em Minas Gerais o que foi determinante pelo deslumbramento que o som dessas festas lhe proporcionou.

É compreensível, posto que os japoneses são exímios tocadores de instrumentos de percussão.

No espaço onde Toshiro fabrica sua arte, há um ambiente de altíssimo astral que se sente quando se ouve tocar instrumentos como o pandeiro, o atabaque, o caxixi, o djembe, a tumbadoura, e os grandes tambores.
 
Dono de uma técnica precisa e esmerada, entre madeiras e variados couros e peles de animais, diferentes fibras nacionais e um colorido vibrante, suas peças são admiradas e usadas pelos melhores músicos.

Sem dúvida, Toshiro foi um grande presente que o Japão deu ao Samba

Pesquisador e construtor de instrumentos musicais, envolvido com produção artística e musical de blocos e grupos de percussão na cidade de Campinas e região. Natural de Buritama -SP, nascido em 17 de fevereiro de 1977, Toshiro (apelido ganho nas rodas de capoeira) teve seus primeiros contatos com instrumentos musicais através das Folias de Reis que percorriam as rogas de onde morava.

Seu contato com o universo artístico e com a capoeira o levou a viajar por diversas partes do Brasil onde começou a pesquisar instrumentos característicos de cada região onde manteve contatos com mestres antigos, conhecedores da construção artesanal de berimbaus, caxixis, atabaomé e pandeiro.

Começava aí uma trajetória de pesquisa intensa dentro do universo da percussão e da cultura popular brasileira. Visando aprofundar na arte da fabricação de instrumentos percussivos, viveu de 1996 até 1998 no Japão estudando a arte japonesa. Voltando ao Brasil, ainda em 1998, na Bahia, fez oficinas com Mestre Lua Rasta, grande construtor de instrumentos de Salvador.

 
Em 2000 se especializou em construção de berimbaus e caxixis.

No mesmo ano participou da formação do bloco de carnaval Ilê Ogum, com direção do Mestre Marquinhos Simplício.
 

2001 participa do evento de Capoeira em Ilhéus – BA.


 
2002 inicia oficinas de construção de berimbaus no grupo Marruá Capoeira e integra-se no grupo de percussão BATUQUIÁ, sob direção de Marta Jardim.
 
2003 funda o movimento \”Roda do Gueto\”, no terminal central da cidade de Campinas – SP, que visa a prática e preservação da capoeira angola de rua.
 
Participa do Encontro Internacional de Angoleiros, na jornada soteropolitana de capoeira Angola e ai ter a possíbilidade de se especializar na construção e pesquisa tímbrica dos instrumentos percussivos de couro natural (cabra e boi) sob a tutela do Mestre Lua Rasta.
 
2004 inaugura a loja Batuque Yayá que serve de ponto de encontro para venda, pesquisa e construção de instrumentos percussivos artesanais.
 
Faz parte do Movimento Quilombo Maloca.
 
2006 firma parceria com o percussionista campineiro Ding Dong fundando o movimento Batucada Dez Vinte Popularização dos Tambores.

Ministra oficinas e construção e história do berimbau em colégios particulares de Campinas – SP.

Ainda neste ano, se integra ao grupo Ilus de Assuada de Pesquisa de Cultura Popular do Nordeste onde desenvolve o trabalho de pesquisa sonora em maracatu, cirandas, caboclinhos e vários ritmos nordestinos junto ao Mestre Flávio de Azevedo.

2007 é um dos fundadores do Grupo Maracatucá de Pesquisa de Maracatu Nação ou Baque Virado.

Maracatucá

2008 ingressa no Grupo Nankamã de Percussão e dança Malenkê sob direção do professor Fernando Ferrer.

2010 forma parceria com o Bate Canela, grupo paulista de voz e percussão, fornecendo instrumentos percussivos e pesquisando novas possibilidades de timbres, formatos e materiais nos instrumentos de percussão.

IBAO 2010

O projeto consiste em fomentar a investigação sobre o legado artístico inspirado nas matrizes africanas difundidas no Brasil, em transversalidade com a temática das relações étnicas e da formação da identidade cultural do coletivo. Com oficina de construção de instrumentos (Alfaia, Ilú, Xequerê e Berimbau); visita educativa ao Museu Afro Brasil; investigação da obra do Artista Rubem Valentim e intercâmbio cultural com o Ponto de Cultura Afoxé Oyá Alaxé de Pernambuco. O objetivo é promover a reflexão crítica acerca da cultura e do patrimônio cultural, discussão sobre as formas de preservação e difusão dos saberes e práticas, finalizados com a produção de apresentações artísticas para o público.

Público: jovens e adultos, faixa etária de 13 a 35 anos. 20 participantes.

2011 PROAC – Interações Estéticas do Instituto Baobá e o Grupo

(Ponto de Cultura / Afoxé Oya To Kolê) Campinas.

Em Recife, tendo como função construir os instrumentos do Afoxé INA TIOMI.

2012

Visita a sede Nação do Maracatu Porto Rico onde firma Parceria com Mestre Shacon e desenvolve Instrumentos de Maracatu de Baque Virado.

Oficina de construção de berimbaus CDO Ferpa 18/setembro/2012

http://ferpacdo.com/

2013 conhece os congados da região de são Sebastião do Paraíso – MG,

Na cidade de Jacuí – MG, onde renasce o oficio de construir as desaparecidas caixas de Congo de Mão, onde pratica oficina de construção de instrumentos.

Viaja a Brasília – DF, onde ministra oficina de construção de atabaque e berimbau no encontro internacional do grupo de capoeira Raízes do Brasil.

2014

Participa na execução do projeto PIBID, na escola Matosinho, onde da uma oficina de construção de instrumentos e que serão usados no projeto Mara Catosinho (Maracatu).

Atualmente é uma referência na cidade de Campinas, como construtor e pesquisador de instrumentos de percussão.

Oficina de construção de instrumentos artesanais em Porto Feliz.

Sesc Quiloa Construçåo de instrumentos evento em Santos

Oficina de construção de instrumentos artesanais em Porto Feliz.

Estamos programando uma ação um Encontro, onde pretendemos estar colocando enfase na música, de base ancestral, mais especificamente, no Tambor. Queria muito que você nos indicasse uma

forma de oficina na qual pudéssemos montar um tambor, um instrumento de sons sagrados.

VIII encontro espiritualista trabalhadores da luz

Em busca do seu som sagrado em ressonância com o universo.

• A musicalidade inata do Ser como produtor de Sons Sagrado Através da utilização dos elementos da natureza, a construção de instrumentos para manifestação do Eu Maior Madeiras, fibras, vegetais, minerais, cores e sons …uma profusão de criações da Alma O Espírito criativo em ação… Venha elaborar um veiculo para manifestar o som que habita seu coração!

Oficina de sonorização Construa seu tambor, Descubra a sua nota musical, e vibre através dela!

Veja as fotos da oficina

Atuando desde 2007​ na feira de artesanato de centro de convivência comercializando instrumentos de percussão artesanal.

2016 carnaval

No último sábado (26), o Afoxé Ibaô Inã ati Omi abriu o palco para a Noite dos Tambores do Revelando SP, em

Valinhos.

Maracatu desfile no baque das Águas Amparo.

Desfile do afouxe obirin ode oya Sumaré.

Oficina de bongo Sesc Snao Paulo 8 agosto de 2017


 
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